sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
É bom ter no mundo.
Um espeço, ainda que infindo,
fundo. Onde posso jogar meus gritos!
No vazio eles vão pairar...
Que dentro de mim já não cabem mais.
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terça-feira, 29 de novembro de 2011
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
Estrada...
Aéreos em volta de seus próprios umbigos.
Reis de si mesmos?
Reis de planetas vazios onde fingem mandar, onde fingem ser obedecidos por ratos sempre condenados à morte.
Sempre perdoados por não haver outra escolha, outro ser que os suporte. Os ratos não são reais.
Ratos que em seus planetas são também seus próprios reis. Não se acompanham. Não são um grupo. Nada além de um bando de pessoas juntas e completamente solitárias. A maioria nem percebe.
Entristeço-me.
Tanto.
Não quero nunca me ver assim.
Não quero nunca me ser assim.
Mas será que sou?
Que os outros também não se enxergam sob seus egos inflados por elogios que fazem aos outros para si mesmos.
Quem sou eu nesse quadro? Nessa grande pintura?
Vejo o sol nascer encobertos por nuvens de fumaça. Densa, feia, escura.
É possível enxergar melhor as coisas?
Sinto que estrada a minha frente é muito longa e cheia de buracos. Temo o meu caminho.
Me sinto cada vez mais só nesse mundo de pessoas demais para pensar nos outros.
Estranha e só, cantando minha canção de ninar para quem importa e me espera do outro lado.
Não vejo bem o sol atrás das nuvens de fumaça,
mas enxergo melhor o sol que sei estar lá,
por trás do que tenta se esconder,
no fim, vejo-o como ele é...
Estrada...
sábado, 5 de novembro de 2011
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
Penso, repenso, dispenso os medos aina assim me parece um grande passo.
Será que estou pronta para isso?
Desconfiança bate forte em histórias que vão tão bem.
Como se eu ficasse esperando a vida puxar o tapete que está sob meus pés...
Puxe não, vá lá...
Estou feliz com a vida.
Feliz com as possibilidades.
Me parece às vezes que se eu parasse de lutar,
apenas veria que estou feliz de verdade.
Tento me convencer de que mereço essa felicidade e devo
correr a passos largos, posto que as coisas boas não duram para sempre.
Você sabe como mexer comigo.
Cuidado.
terça-feira, 18 de outubro de 2011
Amor. Estúpido amor.
Como eu e Você.
Como o fato de nos machucarmos sem querer, cada vez mais.
Quantas vezes erramos, amor?
Por sermos jovens, burros, para nos proteger...
Quantas vezes?
Você acha que dá pra ser feliz se não passarmos por cima dessas coisas em nome do que sentimos? Do que queremos construir?...
Às vezes canso de não saber o que fazer... Mas prometi lutar e estou fazendo o que posso para manter minha promessa.
Não posso mentir, negando que por vezes passa por minha mente o quão injusto tudo isso me parece.
Quantas histórias você já viveu?
Minhas lágrimas amargam, apertam, degolam. De dentro para fora.
E eu...
Tive que aguentar.
Que superar.
Que aceitar...
Tive que conviver com todas as suas segundas, terceiras e não sei quantas mais histórias e todas as lembranças que delas vinham.
Por que sempre fui...
Idiota?
Não quis te magoar,
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
Saudade
Sal de mar me tocando a pele... Pacífico.
Uma guerra em mim. Você.
Quando longe você fere. Não você.
Te quero perto. Te quero aqui. Te quiero. Te quero em mim.
Mais uma vez. Todas as vezes.
Tenho medo de não te encontrar a minha espera quando voltar.
Volto pra ti? Medo. Se não for pra você nem quero chegar... Preciso de você por perto para sanar meu medo, minha dor, minhas feridas, minhas dúvidas. Dívidas eternas de carinho.
Amor que supera.
Arde.
Mas cai em um buraco escuro quando a distância traz a saudade que com sua maldade astuta inspira a dúvida, a incerteza do que ficou.
Me ama?
Me ama...
Me ama!!
Sem esse amor... não faz sentido ser nada.
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
Was the last night in paradise before my trip
terça-feira, 27 de setembro de 2011
sexta-feira, 23 de setembro de 2011
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
Piece Of My Heart
Vitória!
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
Braços abertos de pequena Helena.
Um corpo que se nega.
Briga interna. Briga eterna.
Sempre são pedaços de mim que voam nas explosões.
Sujo? Acha realmente?
Não me parece que será fácil manter tudo.
Quero afogar minha alma em um vinho amargo e com baixo teor,
sentir que não sinto mais nada.
Esquecer as angústias, esquecer a dor.
Deixa ir embora tudo que povoa minha mente
Mesmo sabendo que o efeito passará e eu sentirei tudo isso novamente.
Eu canso.
Por que continuo aqui?
Com uma bola na garganta de ar e de dor.
De lágrimas que se amontoam e empurram pra sair.
Está em mim.
Acabando aos poucos pelos muitos motivos.
Não foi querendo machucar. Alfa, talvez não haja nenhum no mundo real.
Às vezes digo coisas sem pensar.
Penso coisas sem dizer.
Melhor pra nós que não sejam ditas.
Palavras malditas estragam tudo e tanto quanto o silencio, apartam corações que se pejam de encontrar, de sentir, amar.
Gosto de pensar quem minha mente tudo um dia vai se resolver,
Mas olhando ao redor vejo um cubo mágico e não importa pra que lado eu vire.
As cores nunca vão se encontrar.
Perco-me.
Em mim, em ti, em nossas cores. Em nossas dores.
Me encontro distraída com suas mãos em meus seios, seus beijos na nuca e o abraço apertado nas manhãs de chuva.
Como é difícil. Por quê?
Vamos viver?
Voltar a amar de manhã
Esquecer tudo o mais...
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
Chance?
domingo, 10 de julho de 2011
sábado, 9 de julho de 2011
pedaços
terça-feira, 5 de julho de 2011
Because I said so
Ele e eu - O não-amor
quarta-feira, 29 de junho de 2011
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Desconexão
domingo, 26 de junho de 2011
Vômito
Vômito
Vomito quando preciso descarregar
Descarrego quando sinto que isso tudo me deixa doente
Dormente.
Minto a dor
Penso que logo acordarei e os meus pensamentos estarão claros
Limpos, límpidos, lindos e concertados.
Desconcertante acordar e perceber que o erro em mim
Sou apenas eu tentando fugir de minha loucura.
É fácil olhar as rãs pulando em dias frios em frente ao computador
E perceber que todo o tempo que perco é pra entorpecer meus pensamentos e mantê-los distante.
Estou isolada.
Uma parte de mim não é vista. A parte de mim que é mais ‘eu’
As pessoas não entenderiam
Veriam
Ouviram, talvez, com ouvidos de onde escorrem palavras vindas de direções diversas.
Eu prefiro ficar só
Entre as ‘quatro paredes’ de meu mundo virtual
Aqui tudo pode ser como eu quero
Clique. Tudo muda.