segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Cinco, seis, sete.
Um mês.
Não consigo me lembrar de um só dia nesse espaço de tempo em que nossos corpos, em espasmos de alegria e ardor, não tenha se unido.
Pares e trios de êxtase.
Afagos, juras, promessas, pedidos.
Sinto como se perdesse o domínio da razão.
É melhor ser feliz!
?
Sorriso de canto que nem percebo.
Canção nos olhos, na mente.
O ritmo me embala...
Descanso em ti. Recomeça.
Uma fome que sacia-se. Aumenta.
Fome de agradar, alegrar, oferecer ao outro o melhor de si. De mim.
De nóS2.

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