Como eu e Você.
Como o fato de nos machucarmos sem querer, cada vez mais.
Quantas vezes erramos, amor?
Por sermos jovens, burros, para nos proteger...
Quantas vezes?
Você acha que dá pra ser feliz se não passarmos por cima dessas coisas em nome do que sentimos? Do que queremos construir?...
Às vezes canso de não saber o que fazer... Mas prometi lutar e estou fazendo o que posso para manter minha promessa.
Não posso mentir, negando que por vezes passa por minha mente o quão injusto tudo isso me parece.
Quantas histórias você já viveu?
Minhas lágrimas amargam, apertam, degolam. De dentro para fora.
E eu...
Tive que aguentar.
Que superar.
Que aceitar...
Tive que conviver com todas as suas segundas, terceiras e não sei quantas mais histórias e todas as lembranças que delas vinham.
Por que sempre fui...
Idiota?
Não quis te magoar,
Nunca quis!
Mesmo quando você me machucou feio, totalmente, eu não demonstrava tudo o que sentia para que você não sofresse com o mal que me fez. Ou sei lá.
Mas pouco importa.
Pouco importou a vida toda...
Feri seu orgulho além de seus sentimentos.
Me doeu mais.
Não sei se quero isso.
Não sei e consigo mais.
Por que agora você me olha como se eu fosse a pior das pessoas existentes nesse universo, e que tivesse te cravado um punhal nas costas, quando na verdade esse campo já é minado há muito tempo, não?
...
Quem você acha que me fez ficar tão insegura, amor?
Pense!
Você precisa de um tempo e o terá.
Mas cuidado para não usar mal o seu tempo e acabar de vez com isso.
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