sexta-feira, 18 de junho de 2010
Capacete...
As palavras estavam lá, mas não foram ditas, pude ouvi-las ecoar em mim. Meu corpo tremeu levemente, não esperava que você pudesse pegar tão pesado e, ao mesmo tempo confesso que esperava que você levasse a britadeira pra adentrar o magma em mim.
Suas mãos foram doces e as palavras delicadas. e eu mal pude perceber quando baixei a guarda e sorri sabendo das verdades que seria ditas pelo seu olhar.
Algo me soprava ao ouvido que a mensagem deveria ser enviada e com ela as esperanças e medos de alguém que já sentiu a lâmina fria adentrar a garganta. Sabia que seu pensamento me pedia uma resposta, um sinal de que eu estaria ali e aquela ligação não era apenas imaginação.
Um burro no mato, sob a chuva.
A ligação não foi uma surpresa, como não foi surpresa ouvir que você estava pensando em mi ao recebê-la. Não havia o que falar, mas algo precisava ser dito.
Um abraço de urso com nuvens carregadas.
Banana covarde e alianças partidas. Faz tempo que o amor chegou e nossas almas estão marcadas com o bem e o mal e o infinito.
A garrafinha de vidro permanecerá sempre intacta... Sangue, algodão, trança, unha, alfinete, cabelo tampa de cortiça e gotas de velas derretidas... Nada está perdido e nem nunca estará. Não, não deixarei que você se afaste e não deixarei que os nossos medos nos impeçam de enfrentar o que quer que venha.
Menino... Menininho...
Consegui entender agora menino, por que não me desesperei, afinal eu estava certa e essa história não poderia ter um fim.
Um gato correu na luz que rompia a escuridão fazendo amanhecer, o vento gélido fazia-me sentir tão viva.
Eu, euzinha sinto um Saquenson por você.
É mais que fogo, vento, luz, gelo, pano, cão, senha. Microfone, caneta, mais, fotos e cores e mais que sentir...
... Te amo.
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