O que me dirão os anos, se a vida agora só me diz que não vale à pena, que é em vão?
E se dentro de mim as ondas batem com força de raiva, revolta, agonia, tristeza e desespero?...
O que me dirão os anos quando a calmaria vier e eu não mais me importar?
Quando a ferida estiver fechada, parando de supurar...?
Como pude e deixar atingir tal nível de dor?
Eu sabia que a felicidade era falsa, mas não pude resisti à docilidade que a ilusão me oferecia numa bandeja colorida e polvilhada.
Fui tola. E fraca.
Faz parte de minha natureza ser tola... minha revolta é minha estupidez sem fim, na dor, no medo...
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