domingo, 27 de janeiro de 2013

A lua que vi nascer amarela e brilhante me instigou no peito uma vontade inquietante de sair, correr ao vento, dançar, sei lá... Apenas sentir a mágica da natureza que me rodeava...
Então eu disse "sim".
Contra todas as expectativas. Minhas próprias. E demais.

Minhas mãos ficaram trêmulas, meu estômago reclamando. Suspirei. mantive firme o meu sim para a noite, para a vida.

Grata surpresa a minha.

Ao luar, ouvia o barulho das ondas e deixava que o vento movimentasse meu corpo ao som do reggae que tocava.
Sua voz saía doce como as notas do seu violão. Pra mim.
O cheiro foi o que mais me agradou.
Ele cheirava como abraço. isso é possível?
Me deixei acolher por seus braços, seus beijos, carinhos.
(ainda que minha mente escapasse vez em quando)
E foi bom. De uma forma que não espero que precise de repetição...

Que cada uma seja única.





(PS: Nada ainda do meu sangue. Preocupo-me.)

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