e sabor que me inunda a língua e o corpo e o gozar.
Gosto do sentir e do estar
e de ser contigo mesmo sem precisar.
Gosto do cheiro que me invade as narinas e o fluxo sanguíneo
e do olhar opaco que já brilhou, nem tanto.
Gosto do amar e do tentar odiar, sem sucesso
e de me manter à espera de algo tão incerto como o seu gosto e o seu gostar.
Nenhum comentário:
Postar um comentário