sexta-feira, 26 de outubro de 2012
quarta-feira, 24 de outubro de 2012
terça-feira, 23 de outubro de 2012
Vejo as pessoas ao redor, tão felizes e sorridentes.
Me pergunto se estão mesmo felizes, ou se apenas riem para zombar de mim.
Aqui. Rasgando o papel do meu kalzone enquanto a lágrima me escorre pelo rosto.
Mais uma lágrima por aquele que jurei não ganhar mais nenhuma das minhas (a quem eu queria enganar?).
Uma atrás da outra e das outras tantas...
Ondas que cansaram de rolar, mas seguem ainda o ritmo desse mar.
Salgado. Amargo.
Azedo.
Me pergunto se estão mesmo felizes, ou se apenas riem para zombar de mim.
Aqui. Rasgando o papel do meu kalzone enquanto a lágrima me escorre pelo rosto.
Mais uma lágrima por aquele que jurei não ganhar mais nenhuma das minhas (a quem eu queria enganar?).
Uma atrás da outra e das outras tantas...
Ondas que cansaram de rolar, mas seguem ainda o ritmo desse mar.
Salgado. Amargo.
Azedo.
domingo, 21 de outubro de 2012
Magra.
Acabada e me acabando.
Me consumindo e, aos poucos, sumindo sem ninguém perceber.
às vezes aquele stencil me parece um orangotango, palavra estranha, orangotango.
Não. Na verdade um gorila. Verde de abacate.
Abacate.
Esse sim tem tudo a ver.
E às vezes é aquele amargor fino e intragável do abacate que sinto na vida.
Cansada e magra.
Magra e me acabando e deixando de tentar me manter sobre a prancha.
Mais três passos e estou na boca dos tubarões.
Talvez eu já nem tenha sangue para atraí-los.
Traída. Tratada como nada, como um corpo sem sangue e sem vida que se consome.
Sumindo sem ninguém perceber.
Acabada e me acabando.
Me consumindo e, aos poucos, sumindo sem ninguém perceber.
às vezes aquele stencil me parece um orangotango, palavra estranha, orangotango.
Não. Na verdade um gorila. Verde de abacate.
Abacate.
Esse sim tem tudo a ver.
E às vezes é aquele amargor fino e intragável do abacate que sinto na vida.
Cansada e magra.
Magra e me acabando e deixando de tentar me manter sobre a prancha.
Mais três passos e estou na boca dos tubarões.
Talvez eu já nem tenha sangue para atraí-los.
Traída. Tratada como nada, como um corpo sem sangue e sem vida que se consome.
Sumindo sem ninguém perceber.
sexta-feira, 19 de outubro de 2012
Hoje eu tive um sonho.
Do tipo que eu tenho sempre que tento fugir
pra me lembrar de quem eu era, o que pensava e queria no passado.
Antes de tantas voltas, mudanças e bloqueios.
Sonhei. E lembrei que outrora entre brilhos e espumas
acordada sonhava com coisas que hoje nego.
Casa com filhos, cachorro, coberturas de chita e você...
Um jardim, uma horta, quem sabe, pra completar a utopia da felicidade
que dizíamos querer e que possivelmente nunca acreditamos que seríamos capazes de ter.
De conseguir.
De merecer...
Talvez esses sonhos ainda vivam em mim, adormecidos e escondidos nos escombros derrubados pela devastação causada pelo medo de viver qualquer coisa a mais do que a segurança me permite. Como se eu não sofresse assim também.
Não sei se vale à pena sonhar. Não sei se essa felicidade seria mera ilusão.
Ou se somente o medo torna a felicidade impossível... Não sei.
Só sei que sonhei e lembrei de sonhos que nem sonho mais.
Ou sonho?
Do tipo que eu tenho sempre que tento fugir
pra me lembrar de quem eu era, o que pensava e queria no passado.
Antes de tantas voltas, mudanças e bloqueios.
Sonhei. E lembrei que outrora entre brilhos e espumas
acordada sonhava com coisas que hoje nego.
Casa com filhos, cachorro, coberturas de chita e você...
Um jardim, uma horta, quem sabe, pra completar a utopia da felicidade
que dizíamos querer e que possivelmente nunca acreditamos que seríamos capazes de ter.
De conseguir.
De merecer...
Talvez esses sonhos ainda vivam em mim, adormecidos e escondidos nos escombros derrubados pela devastação causada pelo medo de viver qualquer coisa a mais do que a segurança me permite. Como se eu não sofresse assim também.
Não sei se vale à pena sonhar. Não sei se essa felicidade seria mera ilusão.
Ou se somente o medo torna a felicidade impossível... Não sei.
Só sei que sonhei e lembrei de sonhos que nem sonho mais.
Ou sonho?
quinta-feira, 18 de outubro de 2012
quarta-feira, 17 de outubro de 2012
Gosto do seu gosto e do seu gostar
e sabor que me inunda a língua e o corpo e o gozar.
Gosto do sentir e do estar
e de ser contigo mesmo sem precisar.
Gosto do cheiro que me invade as narinas e o fluxo sanguíneo
e do olhar opaco que já brilhou, nem tanto.
Gosto do amar e do tentar odiar, sem sucesso
e de me manter à espera de algo tão incerto como o seu gosto e o seu gostar.
terça-feira, 16 de outubro de 2012
segunda-feira, 15 de outubro de 2012
A resposta que não dei...
Até parece amor, que eu vou conseguir dormir bem sem você ao meu lado pra me apertar.. Sem seu cheiro, sem seu corpo fazendo peso junto ao meu, sem seu leve ressonar... Sem acordar de madrugada e poder abraçar você e não ter medo quando tiver um pesadelo, porque você está bem ali, ao lado... Não, não posso dormir bem porque estou no pesadelo agora...
Mas espero mesmo que você possa e, quem sabe, sonhe comigo uma vez ou outra...
domingo, 14 de outubro de 2012
quinta-feira, 11 de outubro de 2012
Eu fico tentando entender
mas nunca conseguirei arrumar as peças desse quebra cabeças.
Cubo mágico que nunca será resolvido.
Será que a parte divertida está na enlouquecedora tentativa de conseguir?
Eu sem você, não sei nem porquê
Por que sem você só quero deixar rolar o mar que se esconde em meus olhos...
O impeço... Isso não é ser forte.
mas nunca conseguirei arrumar as peças desse quebra cabeças.
Cubo mágico que nunca será resolvido.
Será que a parte divertida está na enlouquecedora tentativa de conseguir?
Eu sem você, não sei nem porquê
Por que sem você só quero deixar rolar o mar que se esconde em meus olhos...
O impeço... Isso não é ser forte.
quarta-feira, 10 de outubro de 2012
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